quinta-feira, 22 de agosto de 2013

TOP 5 Estádios da Europa, 1º lugar: Stamford Bridge

Apenas não poderia perder a oportunidade de conhecer os templos do futebol que devotamente acompanho pela TV praticamente todos os dias. E como eu gosto de fazer listas, surgiu um top 5.

Deixei o Esprit Arena do Fortuna Dusseldorf de fora da lista, apesar de magnífico, pois não fiz a tour completa do estádio, apenas entrei e olhei as arquibancadas. Coloquei o San Siro em quinto, pois - perto dos outros estádios que visitei - está ultrapassado. Entre o quarto, terceiro e segundo, empate técnico entre o Emirates Stadium (Arsenal), Santiago Bernabeu (Real Madrid) e Camp Nou (Barcelona) pois eu sempre tenho vontade de trocar a ordem. E em primeiro...

1 Stamford Bridge, do Chelsea.
Maio/2012, Londres, Inglaterra.


Esse dia foi massa. Havia saído há pouco do Emirates Stadium - novo, grande e moderno, do tradicional e multicampeão Arsenal - e rumado pelos metrôs direto para o Stamford Bridge - estádio menor, construído em 1897 e casa do novo-rico-porém-(ainda)sem-tradição-de-títulos Chelsea.


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E o contraste foi intencional, pra sentir na pele - no verdadeiro país do futebol - a realidade de duas torcidas completamente diferentes. E fiquei fascinado pelo Stamford Bridge. Primeiro porque o bairro parece abraçar o estádio. Quando desci na Fulham Broadway Station, fui guiado por instinto. Na boa, a região exala futebol. Há uma sequência de lojas, prédios, casas e, de repente, um estádio de futebol pra quarenta mil pessoas. Não é como nos outros estádios que avistamos de longe aquele monstro de concreto. O Stamford Bridge faz, naturalmente, parte da paisagem. E segundo porque o estádio parece abraçar o torcedor. O principal portão de acesso pra entrada de torcedores no terreno do estádio (Britannia Gate) deve ter uns 15 metros de largura. É entrar, ver a clássica plaquinha do próximo jogo e... imergir no mundo do Chelsea.

Dei a volta no estádio seguindo as placas de Museum & Stadium Tours e logo avistei a loja oficial. Comprei meu ticket e felizão aguardei bem pouco para formar um pequeno grupo de visitantes. A guia da tour nos reuniu, fez uma saudação calorosa agradecendo a presença de todos e lembrou-nos com absoluta empolgação que estávamos há poucos dias da decisão da Champions League (e o Chelsea ganhou) antes de entrarmos no túnel azul que levava pra fora da loja e entrada no estádio. Sério, legal demais sentir-se bem vindo, recepção nota dez. Os funcionários do Chelsea pareciam realmente felizes com a visita - sem ser forçado. Postura muito interessante.


tapete verde muito perto da arquibancada (foto 1); tiazinha gente boa (foto 2) 

A guia era uma tiazinha torcedora fanática do Chelsea e parecia verdadeiramente satisfeita por estarmos ali. E isso conta muito pro visitante. Ela explicava a história do Chelsea num espontâneo e contagiante entusiasmo. Fruto dos anos sob a grana do Abramovich ou a expectativa pela Champions? Os dois, né. A guia perguntou a origem e o clube de coração de todos os quase 20 visitantes do grupo. Mais da metade da turma era de orientais, mas havia húngaros, tchecos, romenos, alemães, peruanos, portugueses e alguns ingleses do interior. Fui o último a falar, logo depois dos empolgados ingleses e dos peruanos, estufei o peito pra dizer rapidamente o quê já tinha decorado mentalmente: i'm from brasil. my city is urânia in são paulo state, but i live in curitiba, capital of parana state, in south of brazil. and im palmeiras fan.  hahahahahahahahaha Acredite, falei bem próximo disso. E ela respondeu algo como “brazil! palmeiras! nice, thank you”

Visitamos vários lados das arquibancadas e o dia de sol permitiu várias fotos boas. Nos bastidores do estádio visitamos a sala de imprensa e praticamente todos fizeram graça na mesa de entrevistas que o Chelsea mantém há mais de 20 anos no mesmo lugar. 

te cuida, mourinho!

No vestiário, mais um caralhão de fotos, sempre com explicações detalhadas da guia. Em seguida, o ponto alto da visita numa parada estratégica no túnel de entrada para o gramado, onde há alto-falantes para imitar os gritos da torcida antes dos times (no caso, nós visitantes) entrarem em campo. A guia então pede pra formar fila como se fossemos dois times. E pede movimentos de aquecimento e gritos motivacionais como se fossemos jogadores antes de entrar pro jogo. IMAGINE O QUANTO EU SURTEI DE ENTUSIASMO. Entrei no cercadinho à beira do gramado to-ma-do pela insanidade, rindo gargalhadas com os braços erguidos (nesse vídeo a gente vê um grupo em situação parecida, porém sem tanta empolgação). 


túnel pra entrar no campo (foto 1); camisa Ferreira 19 no vestiário (foto 2);
eu no banco de reservas (foto 3) e jóinha no gramado (foto 4).

Depois desse clímax inesquecível, ainda entramos e saímos dos bastidores para outros setores das arquibancadas e ouvimos explicações sobre o gramado, reformas, localização das câmeras de televisão, fatos históricos... Quando terminou a visita ao estádio, partimos pro museu. Com o jogo ganho, o museu parece fantástico, mas na verdade não tem nada de diferente dos outros com alguns touch-screens, cineminha, fotos, homenagens, troféus, camisas, chuteiras, maquetes...

O Stamford Bridge, o Chelsea, o Abramovich e cia ganharam a simpatia deste inveterado palmeirense. Acho que agora tenho um segundo time.

Para conferir o Top 5 sobre estádios europeus, clique aqui.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

TOP 5 Estádios da Europa, 2º lugar: Camp Nou

Apenas não poderia perder a oportunidade de conhecer os templos do futebol que devotamente acompanho pela TV praticamente todos os dias. E como eu gosto da fazer listas... eis aqui o número dois:

2 Camp Nou, do Barcelona
Dezembro/2012, Barcelona, Espanha.


Caminhamos por uma avenida larga entre o metrô e a entrada do estádio. Quando se avista o tamanho das arquibancadas, sempre impressiona. Logo de cara há loja, restaurante e bilheteria, onde comprei o ticket para a Camp Nou Experience 
(23€ adulto, facada). Dessa vez Juju preferiu ficar de fora. Já portando as entradas, tiramos algumas fotos para a posteridade. E entrei feliz da vida.

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Sem guia turístico, o visitante caminha seguindo placas indicativas. Sala para entrevistas coletivas, local para entrevistas pós-jogo, salas de reuniões e vestiários, não pode entrar, é tudo visto de passagem. Até que chegamos no corredor que dá acesso ao campo. Véio, que bonito aquelas arquibancadas altas e o clássico MÉS QUE UN CLUB em letras mais que garrafais. Uma pena que o acesso aos bancos de reservas é fechado e não pude sentar lá pra sentir o gostinho de ser jogador. Obviamente interpelei um gringo pra tirar umas fotos. E aí começamos a subir, acesso super restrito às cadeiras na arquibancada, mas logo chegamos nas cabines de transmissão. Muito alto e íngrime, passível de vertigem. Era proibido se aproximar do vidro (meio perigoso cair né), mas não me contive e fui tirar uma foto lá pertinho. Interpelei um japa fotógrafo e fui me posicionar. Então me desequilibrei, quase cai e em seguida percebi que NÃO TINHA VIDRO ali onde eu estava e eu realmente poderia ter morrido (portanto, vale respeitar as placas de perigo).

 

No caminho pro museu os turistas passam pelo lado de fora do estádio, numa espécie de mirante. Cara, que cidade bonita. Vai se fuder. Um milhão de fotos depois, chegamos no museu. Disparado o museu mais legal de todos os estádios que visitei. Pena que a visita ao estádio não é guiada, seria fantástico. O museu é muito high-tech, cheio dos vídeos com touch-screen, painéis grandes, interatividade parece regra. E uma lista de todos os jogadores da história ordenados por país. Além, é claro, da exposição dos inúmeros troféus e das bolas de ouro de melhor jogador do mundo (as quatro do Messi, por exemplo, quando eu visitei ainda eram três). Sério, muito foda.



troféus (foto 1); touch-screens (foto 2);
romário-ronaldo-rivaldo (foto 3); bola de ouro do Messi (foto 4).

Pra sair, uma passarela que faz o acesso do estádio direto pra loja. Resisti bravamente, não comprei nada e fui embora pensando “será que aos 30 ainda dá pra ser jogador profissional?”.

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terça-feira, 20 de agosto de 2013

TOP 5 Estádios da Europa, 3º lugar: Santiago Bernabeu

Apenas não poderia perder a oportunidade de conhecer os templos do futebol que devotamente acompanho pela TV praticamente todos os dias. E como eu gosto da fazer listas... eis aqui o número três:

3 Estádio Santiago Bernabeu, do Real Madrid.
Dezembro/2012, Madrid, Espanha.

Eis o primeiro estádio da tour que fiz com minha esposa e até ela demonstrava certo entusiasmo diante da relevância do Real Madrid, apenas o maior clube de futebol de todos os tempos.

E lá estávamos nós saindo do metrô totalmente PERPLECTOS com a imensidão do Santiago Bernabeu. Sem pestanejar fomos direto pra bilheteria - que estava fechada. Ansiedade dá nisso, chegamos cedo demais. Então demos a volta no estádio tirando fotos e reparando em tudo e todos até o relógio apontar às 10h. Ao contrário das outras tours, no Bernabeu o início é pela parte alta do estádio e lideramos o grupo de turistas nas escadarias de uma das torres. A primeira visão do lado de dentro é lá do último anel de arquibancadas. Uma boa estratégia, essa de impressionar o turista logo na largada. Tudo sem guia, apenas com placas indicativas.



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E quando descíamos as escadarias de um anel para o outro, entrávamos numa parte do museu. Sem dúvida um exemplo de ocupação de espaços. O museu é super high-tech com muitos televisores conectados e telas touch-screen - o quê forma uma parede de imagens bem bacana -, muitos uniformes de lendas do time, as bolas de ouro de melhor jogador, e muitos muitos (muitos mesmo!) troféus. Há grande destaque para Ronaldo Fenômeno, Raul, Zidane, Di Stefano e Puskas. Vi também opções bizarras de montagens pequenas, médias e gigantes com o visitante e a imagem de qualquer jogador ou do time todo. Há um painel interessante com as chuteiras usadas pelo elenco atual. O museu é muito grande e acaba ficando sem UNIDADE e o turista perde em IMERSÃO no vai-e-volta entre museu e as impressionantes arquibancadas, mas óbvio que é a experiência no museu vale a pena demais.


Até que a tour chega nos andares mais baixos e é chegada a hora de visitar tribuna de honra, vestiários, túnel que dá acesso ao gramado e ao banco de reservas. O vestiário é bem mais simples e prático que o dos outros estádios que visitamos. E, de repente… o gramado… fiquei absolutamente fora do corpo ao pisar no gramado e sentar no banco de suplentes. Já pararam pra pensar quantas feras da maior invenção do homem (o futebol) sentaram ali no mesmo local? Na boa, quando pisei no último degrau antes do gramado e avistei aquela imensidão azul nas arquibancadas, por um segundo me senti companheiro de Cristiano Ronaldo, Casillas, Sergio Ramos e etc. Surreal. Sou besta mas sou feliz. hahaha



Já na direção da saída, mais uma demonstração de grandeza do Real Madrid: visitamos a sala de entrevistas coletivas e a loja oficial, disparadas as maiores que visitamos. Obviamente mantive a pão-durice e não comprei nada na loja, mas fiquei pensando “se o novo estádio do Palmeiras for parecido já tá beleza”.

amor em bernabeu
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

TOP 5 Estádios da Europa, 4º lugar: Emirates Stadium

Apenas não poderia perder a oportunidade de conhecer os templos do futebol que devotamente acompanho pela TV praticamente todos os dias. E como sou fã de listas... eis aqui o quarto melhor estádio que visitei na Europa:

4 Emirates Stadium, do Arsenal.

Maio/2012, Londres, Inglaterra.

Confesso ansiedade maior em conhecer o Emirates Stadium do que outros estádios europeus. O senhor Nick Hornby atiçou minha curiosidade ao escrever sobre o Arsenal em “Febre de Bola”. Pra quem não leu o livro ou não é viciado em futebol, Hornby narra a influência do Arsenal em sua vida e conta as próprias peripécias como torcedor fanático no período pré-Emirates, quando o Arsenal jogava no estádio antigo já demolido, em Highbury, há 500m de distância do maior e moderno Emirates Stadium.

Cheguei próximo do(s) estádio(s) pelo metrô Holloway Road e dei risada por estar completamente perdido até conseguir avistar uma minúscula placa indicativa num poste. Contornei a esquina e avistei as arquibancadas do belo e novo Emirates Stadium. Essa primeira visão é sempre um impacto bacana. Logo estava diante dos canhões símbolos do time e da famosa calçada com mensagens e nomes dos torcedores. Um zilhão de fotos.


 
Emirates ao fundo na foto à esquerda, calçada com mensagens à direita (clique para ampliar)

Cheguei à bilheteria por volta das 11h e descobri que a próxima visita guiada por ex-jogadores do Arsenal (entre eles Charlie George, ídolo do Nick Hornby haha) era apenas às 16h. Uma pena não ter feito a lição de casa pra saber tudo antes de chegar lá, mas tive que me contentar, fazer a tour mais simples (ñ lembro o preço, mas era por volta de £10, com direito a entrar no museu) e caminhar sozinho pelos bastidores do estádio (salas de entrevistas, reuniões, vestiários...) até chegar às arquibancadas. Tudo muito novo, bonito, limpo e bem sinalizado. Estava tendo algum tipo de gincana com crianças no gramado e invejei a oportunidade de pisar naquele tapete verde. Na saída das arquibancadas em direção à loja, reparei que o relógio do estádio antigo - The Clock End - está posicionado da mesma maneira no Emirates. Respeitar as tradições, um dos pilares do futebol. Então passei pelo produtos Nike/Arsenal, camisetas da Holanda (Van Persie ainda jogava nos Gunners), camisetas do Brasil (a desgraça do André Santos ainda enganava por lá), resisti bravamente e não comprei nada (pão duro!). Em seguida saí e dei a volta no estádio pra ir até o museu. 


jóinha em primeiro plano e o "the clock end" no topo das arquibancadas.
Um senhorzinho com jeito de vovô nos dá as boas vindas ao museu e logo de cara está a estátua do treinador Herberth Champman (talvez o maior ídolo da história do Arsenal) e o belo letreiro Welcome to the Arsenal Story. Massa pra caraleo! Nos primeiros passos já vemos a famosa estátua do Charlie George comemorando, deitado, o gol da FA Cup de 1971 (clique pra ver o gol e a celebração inusitada). Quem leu o Febre de Bola entende bem a importância desse gol para os fãs do Arsenal. O espaço do museu é muito bem dividido e a disposição facilita bastante pro turista identificar os momentos históricos e destaque aos grandes jogadores. Percebi isso com maior clareza porque li o Febre de Bola? Provavelmente. Acho que o Nick Hornby ficou feliz.



 

Pensa que acabou? Saí do estádio e fui pegar o metrô na estação Arsenal, lado oposto da estação que cheguei e super próximo ao local onde era o estádio antigo, agora um condôminio chamado Highbury Square. E não dá pra entender como aquelas vielas estreitas comportavam a multidão que saia e entrava no estádio todas as semanas. Nem Nick Hornby entendia. Confesso que gostei tanto da visita ao Arsenal porque, - além da história do time - de certa forma, paguei um tributo a um dos meus livros preferidos.



viludo demais

E fica a dúvida: quão fantástica é a visita guiada pelos ex-jogadores?


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domingo, 18 de agosto de 2013

TOP 5 Estádios da Europa, 5º lugar: San Siro / Giuseppe Meazza

Apenas não poderia perder a oportunidade de conhecer os templos do futebol que devotamente acompanho pela TV praticamente todos os dias. E como sou fã de listas... eis aqui o quinto melhor estádio que visitei na Europa:

Estádio Giuseppe Meazza/San Siro, de 
Milan e Interzionale.
Janeiro/2013, Milão, Itália.

Com reforma nos arredores do estádio e gelo aglomerado nas ruas, sofremos pra chegar ao principal estádio italiano. O trajeto do bonde estava interrompido e enfrentamos uma caminhada de pelo menos 1,5km sob um frio próximo de 0ºC e muito vento. Nada demais pra quem está com o peito quente de entusiasmo (eu, né. Juju preferia a morte hahaha).
Adentramos ao San Siro/Giuseppe Meazza antes das 10h e fomos direto comprar os BIGLIETTI (13€ adulto). Começamos a tour pelo MUSEO, onde há uma divisão exata entre vermelho e azul. As homenagens aos ilustres jogadores (o trio holandês dos 90’s, Maldini, Ronaldo, Zamorano) e os históricos dos títulos são resumidos à exposição de alguns livros, revistas, fotos e muitos troféus em corredores mal iluminados. Se a história é rica, esteticamente é de uma pobreza espantosa. O momento mais high-tech é um projetor de imagens, ou seja, um cineminha mequetrefe. DISILLUSIONE define.


Pois bem, esperamos chegar mais alguns turistas pra formar o grupo (umas 20 pessoas) de visita às arquibancadas e bastidores do estádio. E então ANDIAMO. A guia pergunta se era melhor falar inglês ou italiano. Com a maioria asiática do grupo, ela falava primeiro em inglês e depois falava para três ou quatro em italiano. O estádio é velho (última reforma foi pra Copa de 90) e nos lembra um pouco das tosqueiras dos estádios brasileiros (falta de banheiro, sujeira...). Juju classificou o estádio como LATRINA, mas sob influência do frio intenso e mau humor, portanto favor desconsiderar. As arquibancadas no geral são muito bonitas e as clássicas pilastras, marcas do estádio, impressionam pelo tamanho. Nos bastidores é tudo pomposo e maquiado com vasos, panos esticados e luz; os vestiários tem estilos bem diferentes - o da Inter é mais prático e do Milan mais cheio de frescura. 

Durante o percurso de uns 40 minutos, a guia conta a história dos clubes e algumas curiosidades, mas faz o trabalho sem empolgação de torcedor, bem diferente da tiazinha cativante que mostrou o estádio do Chelsea. E isso faz MUITA diferença pro visitante.


Em resumo, gostei pq sou fã de futebol, não recomendo para o turista comum.




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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Dois anos de saudade

Tenho muitos trejeitos e cacoetes. Alguns ruins, outros nem tanto. E os que mais gosto, não são os melhores, nem os piores, são os que tenho em comum com meu pai.

Os 16 de agosto são mais nostálgicos para a família.

Hoje, 2 anos sem Ninão. Saudade.



♪♫ "Tenho às vezes vontade de ser novamente um menino / E na hora do meu desespero
/ Gritar por você ..." ♪♫ trecho de Lady Laura, onde Roberto Carlos faz homenagem às mães, mas também cabe aos pais.