sexta-feira, 1 de julho de 2011

Top 7 grandes duplas da Copa América 2011

Não lembro da última vez que a Copa América atraiu tantos craques. E, para comemorar, nada melhor que lembrar do Top 7 na Copa do Mundo da África e elencar as sete melhores duplas da Copa América.

1. Messi (Barcelona-ESP) e Carlos Tevez (Manchester City), Argentina: Messi é o melhor do mundo disparado. Artilheiro rápido e habilidoso, conduz a bola próxima do pé e é um voraz finalizador. É incrível como se completa ao Tevez, avante forte, bruto, trombador, raçudo. E também habilidoso, rápido e finalizador. O cisne branco e o cisne negro no mesmo time. Ponto fraco da equipe: há tempos os bons valores não conseguem formar uma boa equipe.

2. Neymar (Santos-BRA) e Paulo Henrique Ganso (Santos-BRA), Brasil: A dupla ignorada por Dunga na Copa 2010 por ser jovem demais, hoje é a mais pura realidade. Feras destrutivas, jogadores completos, inspiram confiança nos brasileiros pelos arremates precisos, pelos dribles desconcertantes e, principalmente, pela personalidade. Um mais incisivo e outro mais organizador. Ponto fraco da equipe: às vezes o time se perde na soberba.

3. Luís Suarez (Liverpool-ING) e Edinson Cavani (Napoli-ITA), Uruguai: A grande Copa do Mundo de Suarez rendeu-lhe a camisa 7 do Liverpool. E a vice-artilharia de Cavani no italiano pelo Napoli o faz cortejado por todos os grandes europeus. Finalizadores sem tanta habilidade, mas com um faro de gol absurdo, muita raça e carisma. Mortais dentro da área. Ponto fraco da equipe: Após a Copa do Mundo, Forlán nunca mais jogou bem.

4. Alexis Sanchez (Udinese-ITA) e Jorge Valdivia (Palmeiras-BRA), Chile: El Mago está livre das contusões que o atrapalham pós-Copa do Mundo e pronto para destrinchar habilidade, ousadia e visão de jogo. Basta ter condição física para o chute no vácuo alegrar o amante do futebol. Já Sanchez foi peça fundamental na super arrancada da Udinese no italiano e, se o Barcelona não quer Neymar, é porque já comprou Sanchez. Ponto fraco da equipe: a zaga só tem brucutu.

5. Lucas Barrios (Borussia Dortmund-ALE) e Roque Santa Cruz (Blackburn-ING), Paraguai: Atacante argentino naturalizado paraguaio às véspera da Copa 2010, Lucas Barrios é a referência ao lado do experiente Roque Santa Cruz. Apesar do ótimo nome e início meteórico, Roque Santa Cruz não consegue emplacar jogar bem na seleção e ainda vive de lampejos. Ponto fraco da equipe: Gamarra aposentou.

6. Falcão Garcia (Porto-POR) e Pablo Armero (Udinese-ITA), Colômbia: Centroavante alto, forte e goleador, Falcão Garcia é cobiçado por grandes clubes europeus após a temporada brilhante em Portugal. Pablo Armero, contestado no Palmeiras, é grande arma ofensiva da Udinese na Itália. Ponto fraco da equipe: quando formam bons times, sobra firula e falta futebol.

7. Antonio Valencia (Manchester United-ING) e Felipe Caicedo (Levante-ESP), Equador: Vale citar a emergente equipe equatoriana e Antonio Valencia, titularíssimo na ponta direita do Manchester United, substituindo apenas Cristiano Ronaldo. Já Felipe Caicedo, grande revelação contratada por milhões pelo Manchester City, hoje tenta se estabilizar no futebol europeu no espanhol Levante. Ponto fraco da equipe: o resto do time quase engana, mas é fraco.

Let's Rock! >>> Caetano Veloso - Soy Loco Por Ti, América

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