terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Eu, a F1 e a ansiedade.

Desde pequeno acordo cedo aos domingos, seja às 9h ou às 4h30 - ou nem durmo com medo de não acordar -, só para ver a Fórmula 1 na telinha da Globo. Assisto aos treinos, de sexta e sábado.

Cresci vibrando com o 'tema da vitória' e as manobras de Ayrton Senna. Não tenho raiva do Galvão porque sei que ele gosta muito de F1. Pra mim, Rubens Barrichello é fera! E te destruo em argumentos se ousar discordar (haha). Eu saco de regulamento e acompanho os testes de pré-temporada. Conheço pelo nome várias curvas de autódromos clássicos. Torço pelo Brasil ao invés de torcer contra curintiânus (Rubinho, Senna) ou sãopaulinas (Massa, Di Grassi). Chorei de soluçar quando Rubinho ganhou a primeira corrida. Usei braçadeira de luto quando Senna morreu. Chorei de soluçar quando Hamilton superou Massa e foi campeão em 2008.

Isto posto, meu nobre, apenas para ratificar minha absoluta adrenalina e ansiedade para o dia 5 de novembro de 2010, quando estarei em Interlagos para, finalmente, do alto de meus 27 anos, acompanhar in loco (loco?) o GP Brasil de Fórmula 1. E depois de pensar seriamente na viagem em 2008 e 2009, eu tinha que ir.

Quero invadir a pista e chorar com Felipe Massa campeão do mundo!

Quero entrar em Interlagos e gritar "URÂNIA NA F1, PORRA!"

Let's Rock! Rubens & The Barrichellos - Brazil

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