segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Em Pequim o filho chora e a mãe não vê.

Incomoda, e muito, ver um atleta de alto nível tremer na base, sucumbir à pressão. Se for um garoto de 11 anos entrando em quadra pra defender o colégio pela primeira vez num ginásio lotado, tudo bem. Porém, há uma gritante diferença, de investimento e preparo. A falta de controle emocional em momentos decisivos chega a dar nos nervos. Deveria ser o primeiro obstáculo a ser batido.


Na ginástica, um misto de raiva e dó ao ver a reportagem da bundada do Diego Hypólito. Por sorte não assisti ao vivo. E a aflição da Jade? Todo mundo que já praticou algum esporte sabe o quanto é prejudicial aquele destempero todo.


No handebol, ficou nítido que as duas seleções tinham condições de avançar às quartas-de-final. Perderam por um detalhe: o emocional. Em várias ocasiões tiveram a vitória nas mãos e travaram nos minutos finais.


Inteligência emocional é a essência da prática esportiva.


Suzy Fleury djá!


Let’s Rock! >>> The National - Brainy

5 comentários:

Túlio disse...

O Handball sim que nunca nos defraudou!

André Ramiro disse...

o melhor foi ver o ronaldinho tomando na cabeça...cara, esse futebolzinho brasileiro é muito piada. hahaha

carol disse...

inteligência emocional deve ser a essência de qualquer coisa!
fica a dica

Marcelo Urânia disse...

haha certeza, carol! mas convenhamos q numa competição de alto nível o atleta deve ter uma SUPER inteligência emocional, senão treme fácil! haha

guii disse...

handebol foi totalmente falta d experiencia e descontrole emocional, nesta ordem.